Nova
política de privacidade do Google assusta usuários
A “nova” política de privacidade do Google, que começou a valer no dia 1º de março, vem causando burburinhos na web.
De um lado, Estado e sociedade afirmam que a mudança é uma invasão de privacidade; do outro a empresa, controlada por Larry Page, diz que as alterações vão dar uma experiência “simples e intuitiva” para os usuários e facilitar suas vidas on-line.
De acordo com o Google, o novo documento é mais fácil de entender e de seguir, e que sua essência do controle de privacidade não está mudando.
O Google não está colocando nenhuma informação nova ou adicional sobre os usuários. E não venderão dados pessoais dos usuários.
A nova política servem para combinar dados dos usuários entre vários produtos de sua empresa, como Gmail, You tube picaxa, etc...
O Google junta informações de interesse dos usuários, para facilitar suas buscas na internet, indicar assuntos de seus interesses, e também descobrir o que está faltando na rede.
Com o objetivo de criar programas e sites novos para facilitar a vida dos usuários.
O que o
usuário ganha?Como a própria empresa diz, a experiência do usuário vai sim ser
mais simples e intuitiva. Isso porque as políticas de privacidade dos 60
produtos do Google agora são unificadas.
O que as empresas ganham?A mudança na política de privacidade do Google é positiva para as empresas. A publicidade no Google será mais “forte” que antes. Isso porque os anúncios serão mais refinados.
Uma marca vai ter mais êxito em suas campanhas ou até mesmo em seu trabalho, já que os resultados serão exibidos para um público cada vez mais segmentado, a partir da convergência de informações dos diversos serviços do Google.
O que as empresas ganham?A mudança na política de privacidade do Google é positiva para as empresas. A publicidade no Google será mais “forte” que antes. Isso porque os anúncios serão mais refinados.
Uma marca vai ter mais êxito em suas campanhas ou até mesmo em seu trabalho, já que os resultados serão exibidos para um público cada vez mais segmentado, a partir da convergência de informações dos diversos serviços do Google.
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